Noticias de casos da Vigilância Sanitária

07/11/2021
                                                                    Carne furtada apreendida na zona norte da cidade
  


      29/01/10
        A Brigada Militar prendeu na tarde de quarta-feira passada, 27, às 16h, em uma rua do Parque Ibicuí, uma mulher por adquirir carne proveniente de furto. Conforme a BM, uma denúncia anônima levou à prisão da mesma que tinha em seu estabelecimento comercial, em um freezer, 1/4 de animal bovino, aproximadamente 30 kg. A acusada alegou ter comprado a carne de uma pessoa desconhecida. A prisão foi feita pela Patrulha Rural com apoio da Vigilância Sanitária.
        A carne havia sido furtada na noite anterior de uma propriedade no primeiro distrito. O proprietário conheceu o couro do animal na delegacia e informou que há 4 dias anterior, os animais carneados pelos ladrões haviam recebido medicação, o que causaria problemas de saúde para as pessoas que consumissem a carne. O produto, conforme a receptadora, já estava cortado em cubos e viraria "churrasquinhos" para comercialização. A autora encaminhada a DP presa em flagrante.
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                                                                          Polícia apreende carne sem procedência

 
        Publicado em 30 de dezembro de 2009. Uma operação em conjunto da Polícia Civil, Inspetoria, Inspeção Municipal e Pronasci resultou na apreensão de vários quilos de carne de ovinos, bovinos e suínos. Em um açougue foram apreendidos 118, 50 kg de carne suína sem procedência. Em outro 5 ovelhas, 3 suínos, 53 kg de carne bovina. Num dos locais foram encontradas ovelhas vivas. A IVZ multou o açougue.
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                                                               Duas vacas carneadas apreendidas e carroceiro preso

 
        Brigada Militar realizou a prisão em flagrante de um carroceiro que havia entrado na cidade pelo Coronel Sabino, e conforme denúncia anônima, o mesmo transportava carne clandestina.
        A abordagem ocorreu no Tenente Bandeira, quando os brigadianos descobriram duas vacas carneadas no Barro Vermelho. O material com o acusado e a carroça foram encaminhados para a DP onde foi feito o flagrante e posteriormente a carne foi incinerada no Frigorífico.
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                                                                                                     Caso de polícia

Fiscais apreendem 181 quilos de carne estragada
Roberto Alexandre dos Santos
Quinta-feira - 07/11/2002 - 16h36
        Araçatuba - A Vigilância Sanitária apreendeu, nesta tarde, 151 quilos de carne bovina e 30 quilos de linguiça. Já em estado de decomposição, que estavam sendo comercializados em uma mercearia e açougue na rua Santo André, 627, jardim TV, em Araçatuba. A Polícia Militar chegou ao local após receber denúncia anônima informando que o estabelecimento estaria vendendo carne estragada. Os policiais encontraram a mercadoria dentro de dois freezers.


        Proprietário do estabelecimento, Julizar Carvalho dos Santos, 38 anos, apresentou duas notas fiscais, que segundo ele seriam referentes à compra da mercadoria. Entretanto, fiscais de renda da Secretaria Estadual da Fazenda constataram que as notas não batiam com a quantidade de carne apreendida. Santos admitiu que fabricava a linguiça no açougue, o que segundo a Vigilância Sanitária é expressamente proibido por causa das normas de higiene. O comerciante tem dez dias para se defender. Após esse prazo, a Vigilância vai decidir qual será a pena contra ele, que pode variar de multa até o fechamento do estabelecimento. Os fiscais de renda também vão analisar a situação irregular das notas para decidir o que fazer nos próximos dias. A carne foi encaminhada para a Vigilância Sanitária de Araçatuba. Segundo os fiscais, o produto é impróprio até para o consumo de animais porque já estava em estado de decomposição. Ela deve ser destruída. Santos disse que adquiriu a carne em um açougue de Clementina. Mas a polícia suspeita que tenha vindo de algum abate clandestino.
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                                                            PMA investiga ação de caçadores de jacaré em Corumbá

        Carcaças em estado de decomposição de animais adultos, de grande porte, são localizadas pela Polícia Militar Ambiental.
Alysson Maruyama, da TV Morena


         As carcaças já estavam em estado de decomposição e, pelo tamanho, eram de animais adultos, de grande porte. Todos foram abandonados sem o rabo, um sinal de que eles podem ter sido abatidos para o consumo humano, já que a carne do rabo do jacaré é muito apreciada e faz parte do cardápio de vários restaurantes. A caça de jacarés é uma prática proibida por lei desde a década de 80. Apenas animais criados em cativeiros autorizados pelo Ibama podem ser abatidos para a retirada da pele e o consumo da carne. A Polícia Militar Ambiental registrou o crime, mas dificilmente irá chegar aos culpados. No pantanal, estima-se que exista uma superpopulação de jacarés. Segundo a Embrapa, o último levantamento feito há seis anos, já indicava em torno de três milhões de animais. A pena para quem for flagrado abatendo jacarés varia de seis meses a um ano de prisão e multa de R$ 500,00 por animal morto.
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                                                                                Matadouro de bezerros fechado nos EUA

        Uma investigação que levou o fechamento de um matadouro de carne orgânica em Vermont, nos Estados Unidos, demonstra mais uma vez o engodo que esse termo representa quando se trata de produtos animais.
Bushway Packing Inc., que havia sido fechada por um dia em maio, em junho e julho por “tratamento desumano de animais”, foi pega em vídeo mais uma vez torturando animais com cabos de choque elétrico e arrancando a pele de animais ainda conscientes.
        O matadouro se especializa em matar bezerros com apenas alguns dias de vida que nos Estados Unidos são chamados de ‘bob veal calves’, que terminam em cachorros quentes e outras ‘carnes baratas’.
        A investigação foi feita pela Humane Society of the United States, uma organização de defesa animal, que informa que ‘bob veal calves’ representam 15% dos bezerros que são transformados em vitela naquele país. Oficiais do governo reagiram condenando o que viram no vídeo.
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                                           Bactéria em carne moída mata dois e deixa 28 doentes nos EUA

        Ao menos duas pessoas morreram e outras 28 ficaram doentes em um surto de infecções causadas pela Escherichia coli, uma bactéria intestinal, detectada na carne moída, afirmou o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, citado em reportagem da rede de TV CNN. Segundo o boletim do centro, 16 pessoas foram internadas e três desenvolveram falência dos rins pela contaminação da bactéria. Entre as 28 pessoas infectadas, oito estão em Massachusetts; quatro em Connecticut, quatro em New Hampshire; dois em Maine; dois na Pensilvânia; dois em Dakota do Sul; um na Califórnia; um em Maryland; um em Minnesota; um em Nova Jersey; um em Nova York e um em Vermont. A mesma Escherichia coli, foi responsável, há cerca de um mês, por um surto de infecções ligado ao consumo de massa crua de biscoito, principalmente da marca Nestlé Toll House – que havia voltado às prateleiras depois de dois meses sem circular enquanto os executivos tentavam identificar a causa da contaminação. O Departamento de Agricultura dos EUA anunciou na semana passada, segundo a CNN, que a Fairbank Farms, em Nova York, estava fazendo o recall de milhares de quilos de produtos com carne moída possivelmente infectada. Em junho deste ano, uma filial da brasileira JBS-Friboi nos EUA iniciou o recall de mais de 191 toneladas de carne devido a uma possível contaminação pela mesma bactéria. O Departamento americano pediu que os consumidores tomassem precauções ainda maiores no preparo de alimentos com carne moída e que apenas consumam a carne se cozida em temperaturas acima de 70 graus Celsius.
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                                                               Fechado abatedouro que vendia carne de cachorro

        Policiais da 2° Delegacia de Saúde Pública localizaram na manhã de hoje um abatedouro de cães em Suzano, região metropolitana de São Paulo. Duas pessoas foram presas. Segundo o delegado Anderson Pires Giampaoli, os animais eram recolhidos das ruas e mantidos presos para engorda para, depois, serem mortos. A carne, informou, era vendida para a comunidade oriental da região e para restaurantes do Bom Retiro, zona oeste da capital paulista.
        Enquanto isso abatedouros de outras espécies animais estão funcionando 24hs por dia e recebendo bilhões de reais em incentivos do governo. A chave está com o consumidor.
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                                                                                          Porcos e bois comem lixo

        Em São Mateus, pelo menos 70% da carne consumida é proveniente de abate clandestino, revelou o Promotor de Justiça da área de Defesa do Consumidor. E quem pensa que é nos açougues de bairros ou feira livre que o produto é vendido, está enganado.
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         O Brasil é um dos países que mais exporta carne de qualidade. Cerca de um terço de toda produção vai para as mesas estrangeiras.
         Atualmente, cerca de 30 a 40% do gado brasileiro é abatido em frigoríficos não fiscalizados. Neste âmbito, as condições de higiene não são respeitadas, os equipamentos utilizados são inadequados e os produtos transportados sem nenhum cuidado. Outro ponto a se destacar é o sofrimento causado ao animal e os danos ao meio ambiente.  Ainda querendo iludir a massa da população. Como se a dor ocorre apenas em abates clandestinos.
          Inspeção Sanitária - O consumo de carne proveniente de abates clandestinos é muito perigoso para a saúde. Segundo a Inspeção Sanitária Estadual, as carnes que não são fiscalizadas correm o risco de transmitir doenças como tuberculose e cisticercose. Nos matadouros autorizados, os animais são rigorosamente fiscalizados pela Inspeção Estadual e em caso de qualquer suspeita, as carcaças são descartadas para evitar a transmissão de doenças para o consumidor. "Ao comprar a carne o consumidor deve verificar a validade do produto e se a mesma possui selo de Inspeção Sanitária Estadual. Caso não haja esses requisitos, o consumidor deve denunciar o estabelecimento por meio do telefone 151", informa o Dirigente do Procon Estadual, Itamar Souza.
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        230 quilos de carne de ovelha foram apreendidos em uma propriedade rural em Capão do Leão. Os animais estavam sendo abatidos de forma clandestina, em condições precárias de higiene e sob uma temperatura acima de 23 graus, quando o máximo permitido pela legislação é sete graus. A fiscalização contra esse crime foi intensificada na região.
        A Inspetoria Veterinária, da unidade local de Pelotas da secretaria estadual da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio (Seappa), realiza até o dia 28 de fevereiro a Operação Litoral Sul. Com foco nos de produtos alimentícios de origem animal, o trabalho será concentrado especialmente em Pelotas e conta com o apoio da Brigada Militar e Polícia Rodoviária Federal. A fiscalização está percorrendo rodovias, pontos de abate e estabelecimentos comerciais para verificar as condições de produção, transporte e comercialização dos produtos.
        Segundo o veterinário Mário Schuster, desde 14 de dezembro, quando teve início a ação, mais de 5 mil quilos de alimentos em condições irregulares já foram apreendidos - 1,5 mil quilos só de iogurtes. Todos os produtos apreendidos são inutilizados, e não doados, destaca ele. A intenção é evitar a transmissão de doenças de origem infecciosa, chamadas zoonoses, como tuberculose, brucelose, cisticercose, toxoplasmose e outras.
        O principal problema nesta época é com relação à temperatura. Em muitos casos se pode desconfiar que o proprietário do estabelecimento estivesse desligando o refrigerador à noite para economizar energia, o que compromete a qualidade dos alimentos e representa riscos para a saúde. Mas, infelizmente, o consumidor não tem muitos parâmetros para saber quando está sendo lesado - diz Schuster, ressaltando a importância e o papel da fiscalização.
        Lição de consumo
        Verificar nos rótulos as recomendações de conservação do produto, carimbos de validade e a temperatura de armazenamento do produto no ponto de venda são algumas orientações que os consumidores devem seguir para evitar riscos na hora da compra.
        Conselhos como este, de educação para o consumo, poderão fazer parte, segundo Schuster, do currículo escolar. O projeto estaria pronto para ser formalizado pelo governo do Estado.
         Essa tentativa de incluir esclarecimentos para o consumidor desde a fase escolar é fundamental. Infelizmente, o consumidor ainda é a parte mais desprotegida - concluiu o veterinário.


        Seagri desenvolve planta padrão para frigoríficos
Visando educar para formar consumidores mais conscientes quanto a importância do consumo de carne inspecionada e de qualidade, a Adab realiza ações de educação sanitária. Foram realizadas palestras em cidades como Santa Maria da Vitória, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Juazeiro, Porto Seguro, Feira de Santana, entre outras.